Adaptação das facetas E.max às coroas de cerâmica já existentes

Folheados E.max

A combinação de facetas E.max com coroas cerâmicas já existentes envolve mais do que apenas a seleção da mesma tonalidade. Saiba como a cor do dente subjacente, a translucidez do dissilicato de lítio, a espessura da cerâmica, o cimento de resina e a caracterização em laboratório afetam o resultado final — e o que os estudos publicados revelam sobre como evitar incompatibilidades.

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Adaptação de facetas de zircónia às restaurações E.max adjacentes

Adaptação de facetas de zircónia às restaurações E.max adjacentes

A correspondência das facetas de zircónia junto a restaurações E.max já existentes não se resume a um simples exercício de correspondência de tonalidades de A1 para A1. A zircónia (ZrO₂) e o dissilicato de lítio (Li₂Si₂O₅) transmitem, dispersam e mascaram a luz de forma diferente. Eis como os clínicos e os laboratórios podem controlar o valor, a translucidez, a espessura da cerâmica, a tonalidade do cimento, a textura e a fotografia antes que a incompatibilidade chegue ao doente.

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Facetas E.max vs. facetas de feldspato para casos estéticos ultrafinos

Facetas E.max vs. facetas de feldspato para casos estéticos ultrafinos

O E.max oferece maior reserva mecânica e consistência no fluxo de trabalho, enquanto a porcelana feldspática proporciona um controlo ótico excecional em casos altamente selecionados em que o esmalte é predominante. A escolha do melhor material depende da cor do substrato, da espessura disponível, da oclusão, do desenho da preparação e da competência do laboratório em cerâmica.

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